Mudanças
na epidemiologia da varicela - mulheres grávidas
e prevenção com vacina
Apresentado por A Gershon, Divisão de Doenças Infecciosas Pediátricas,
Universidade de Columbia, Nova York, NY, EUA
Os estudos epidemiológicos sugerem que, em alguns países, a idade média de aquisição
da varicela pode estar aumentando, com uma tendência de aumento do número de casos
em adultos. As razões dessa mudança continuam a ser discutidas mas sabe-se que
possui importantes implicações para a morbidade/mortalidade e infecção em mulheres
grávidas.
A introdução da vacina contra varicela, com vírus vivo atenuado nos anos 70, ofereceu
a primeira oportunidade de profilaxia eficaz pré-exposição contra o vírus varicela-zóster
(VZV). A aceitação da vacina variou de acordo com as regiões - sobretudo em virtude
das preocupações a respeito da duração da imunidade e das percepções quanto ao
risco de desenvolvimento de complicações graves quando da exposição ao vírus selvagem
em uma fase posterior da vida. Este fato seria especialmente preocupante caso
aumentasse o risco de aquisição em mulheres em idade fértil. É preciso melhorar
a distribuição da vacina contra a varicela para que haja o controle da disseminação
do VZV.
Não se conhece o efeito da vacina no feto; portanto, é contra-indicada para mulheres
grávidas. Esta apresentação abordará as estratégias potenciais de prevenção da
varicela em mulheres grávidas e o impacto do uso da vacina.
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